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Controle de gastos por importação

Você sabe quanto entrou.
Sabe quanto vai sobrar?

Jogue o extrato do banco aqui — PDF, CSV ou OFX, do jeito que ele sai do aplicativo. O Dyram lê, reconhece a categoria de cada linha, aprende com as suas correções e projeta o que vem pela frente, dia a dia, até o fim do ano.

Começar — 7 dias grátis

depois + por R$ 7,99 ao mês

EntrouR$ 4.380,00Saiu-R$ 3.192,60Sobra previstaR$ 1.187,40
05/03SalárioSalário · conta corrente3.480,00
05/03AluguelMoradia · débito automático-1.450,00
10/03Fatura do cartão23 itens · vence hoje-986,40
14/03SupermercadoMercado · crédito-412,80
18/03Freela de fevereiroReceita extra · pix900,00

Por que a planilha morre

Ninguém desiste de controlar gasto por achar difícil. Desiste de digitar.

A planilha funciona por três semanas. Aí vem um fim de semana corrido, ficam dezessete compras para lançar, e a pessoa nunca mais abre — não porque não sabe fazer conta, mas porque cobrar dela quarenta minutos de digitação por mês é cobrar demais por uma informação que o banco já tem escrita.

O extrato já existe. Ele já traz data, valor e descrição de tudo. O trabalho que sobra é interpretação, e interpretação é o que um programa faz bem: reconhecer que “PAG*ASSAI 3312” é mercado, que a fatura que vence dia 7 é feita de compras do mês passado, que aquele débito de R$ 89,90 todo dia 12 é assinatura e vai vir de novo.

Você importa. Ele interpreta. Você só corrige o que ele errou — e ele não erra a mesma coisa duas vezes.

Como funciona

01

Importar

PDF, CSV ou OFX de extrato e de fatura. Ele identifica de qual banco veio pelo próprio arquivo, escolhe a conta certa e barra o que já tinha entrado antes — reimportar o mesmo mês não duplica nada.

02

Reconhecer

Cada linha ganha categoria sozinha. O que ele não tiver certeza, ele separa e pergunta — e a sua resposta vira regra: da próxima vez que aquele estabelecimento aparecer, já vem classificado.

03

Prever

Assinatura, parcela e conta fixa viram compromisso futuro. Daí sai o saldo projetado dia a dia: em que dia da semana que vem o dinheiro aperta, e quanto sobra no fim do mês se nada mudar.

As telas

O passado organizado é o começo. O que interessa é o que vem.

Sete dias

o dia mais apertado é sexta

hoje

1.420

ter

1.420

qua

980

qui

430

sex

-210

sáb

390

dom

1.290

Chuva na sexta: a fatura cai antes do dinheiro entrar.

Cashcast. O saldo dos próximos dias em forma de previsão do tempo. Você vê o aperto chegando enquanto ainda dá tempo de fazer alguma coisa.

Atrasado

02/03

IPTU — parcela 3

-186,00

Próximos 7 dias

05/03

Aluguel

-1.450,00

07/03

Curso técnico

-320,00

Resolvido

01/03

Internet

-129,90

Baixa numa parcela de dívida também anda o contador dela na aba Dívidas.

Forecast. Tudo que vence, em lista, calendário ou quadro. Arrastar o cartão para “resolvido” dá baixa e tira da projeção.

No que o mês foi

58% em obrigação — essencial e dívida

Essencial46%Variável22%Lazer14%Dívida12%Reserva6%

O ritmo do mês

este mêsseu mês típico

R$ 210 à frente do seu ritmo normal nesta altura do mês. No passo de sempre, o mês fecharia em R$ 3.140.

Painel. Quanto do mês foi obrigação e quanto foi escolha — e o seu ritmo de gasto contra o mês típico, para “gastei muito” virar um número em vez de uma sensação.

O que ele sabe fazer

Direto na superfície, fundo por baixo.

A visão é de caixa, não de competência

Compra no cartão em julho que vence em agosto aparece em agosto, porque é em agosto que o dinheiro sai da conta. Os itens ficam agrupados sob a fatura, no dia do vencimento. É o detalhe que separa um relatório de uma resposta.

Forecast de 90 dias a 12 meses

O saldo projetado dia a dia, com as contas caindo em dia útil quando caem no fim de semana. Em lista, em calendário ou num quadro onde você arrasta o compromisso para dar baixa.

Cashcast

A previsão do tempo do seu saldo: os próximos dias em sol, nublado e tempestade, conta por conta. Serve para ver o aperto chegando com uma semana de antecedência, que é quando ainda dá para fazer alguma coisa.

Dívida com a matemática certa

Importe o carnê ou o contrato e ele lê as parcelas, calcula a taxa de juros que está embutida ali — mesmo quando o papel não diz — e mostra quanto você economiza antecipando parcela.

Patrimônio junto, não à parte

Ações e fundos entram por extrato de custódia e a cotação se atualiza sozinha, num clique. Imóvel e terreno pelo valor que você informa. Carro pelo documento, com o preço buscado na tabela FIPE. Previdência privada pelo extrato da seguradora — saldo, aportes e quanto rendeu de verdade, líquido de taxa.

PF e PJ sem misturar

Tags marcam o que é da empresa e o que é seu, no lote inteiro de uma importação ou lançamento a lançamento. Um mesmo gasto pode ser PJ e dedutível ao mesmo tempo — categoria não resolveria isso.

O que ele não faz

Não se conecta à sua conta bancária. Nada de Open Finance, nada de senha do banco guardada em lugar nenhum — o combustível é o arquivo que você mesmo baixa e sobe. Não busca preço de tudo: ação, FII, ETF, BDR e cripto o app atualiza sozinho, num clique; fundo não listado e Tesouro Direto continuam com o valor que você informa, porque não existe fonte pública aberta para eles. Não lê print de tela como imagem — ainda falta OCR; texto colado, sim.

Está escrito aqui porque descobrir limite depois de pagar é a pior forma de descobrir.

Preço

Um plano só, com tudo dentro.

+tudo que existe no app

R$ 7,99por mês

Menos que um lanche por mês, e ele se paga na primeira assinatura esquecida que aparecer na sua tela.

Os 7 primeiros dias são grátis e completos — não é demonstração com metade das telas trancadas. Você importa o seu extrato de verdade e vê o seu dinheiro de verdade antes de decidir.

Começar os 7 dias
  • Importação sem limite de arquivo, conta ou cartão
  • Categorização automática que aprende com você
  • Forecast, calendário, quadro e Cashcast
  • Dívidas, financiamentos e simulação de antecipação
  • Investimentos, patrimônio, FIPE e previdência
  • Tags, anexos, arquivos e páginas com senha

Por que não custa trinta

Um app que promete ajudar você a gastar menos e cobra trinta reais por mês começa trabalhando contra o próprio argumento: são quase quatrocentos reais por ano saindo do bolso de quem foi ali justamente para economizar. Se a ferramenta não cabe na conta que ela mesma manda você fazer, tem algo errado com a ferramenta.

E dá para cobrar pouco porque o app não gasta o que os outros gastam: ele não paga agregador bancário por conta conectada, que é a maior despesa de um app de finanças e a que empurra o preço lá para cima. Aqui o arquivo é você quem traz — e o que sobra dessa economia está no preço.

Seus dados

Cada conta enxerga só as próprias linhas, isolada no banco de dados. Lançamento que você não quer à vista fica atrás de uma senha só dele. E as páginas do seu caderno são cifradas no seu navegador — chegam ao servidor já embaralhadas.

Dúvidas

Preciso digitar meus lançamentos?+

Não. O caminho normal é subir o arquivo do banco. Dá para lançar à mão quando quiser — inclusive lendo um boleto ou uma nota fiscal —, mas isso é exceção, não rotina.

Funciona com o meu banco?+

Se o seu banco exporta extrato ou fatura em PDF, CSV ou OFX, funciona — e todos os grandes exportam. Ele reconhece de qual instituição o arquivo veio pelo código que vem escrito dentro dele.

E se eu importar o mesmo arquivo duas vezes?+

Nada acontece de errado. Cada lançamento tem uma impressão digital calculada a partir de conta, data, valor e descrição; o repetido é reconhecido e barrado, inclusive quando o mesmo extrato é lançado em duas contas diferentes.

Posso cancelar quando quiser?+

Pode, e sem falar com ninguém. Cancelou, você continua até o fim do período pago e depois para de ser cobrado.

Serve para MEI e autônomo?+

É onde ele mais rende. Quem tem CNPJ costuma misturar a vida pessoal e a da empresa na mesma conta, e as tags separam as duas sem estragar as categorias — dá para ver o mês inteiro só do PJ.

Sete dias para descobrir quanto sobra.

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